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Glaucoma


O glaucoma é uma lesão progressiva do nervo óptico, responsável por levar as imagens até o cérebro. Este tipo de lesão está frequentemente associado à pressão intraocular elevada, e pode causar perda de visão irreversível.


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), esta doença é a segunda maior causa de cegueira no mundo, perdendo apenas para a catarata. Estima-se que 1 a 2% da população mundial encontram-se nesta condição, sendo no Brasil cerca de 900 mil portadores da doença.


Existem dois tipos de Glaucoma: Ângulo aberto e Fechado. O primeiro é indolor e inicialmente não apresenta sintomas, entretanto ocorre o desenvolvimento de pontos cegos ou manchas na visão ao longo de meses ou anos. Já no segundo a pressão intraocular aumenta rapidamente e o paciente pode apresentar fortes dores e vermelhidão nos olhos, fortes dores de cabeça, visão turva e perda súbita de visão. Este é considerado uma emergência médica pois o indivíduo pode perder a visão de duas a três horas após o surgimento dos sintomas.


O glaucoma pode ocorrer em qualquer idade, mas é seis vezes mais comum em pessoas acima dos 60 anos. Outros fatores que podem facilitar o surgimento da doença são: ter mais de 40 anos de idade, histórico familiar de glaucoma, miopia ou hipermetropia, diabetes, hipertensão, uso prolongado de corticosteroides e histórico de lesão ou cirurgia ocular.


O tratamento do Glaucoma é para toda a vida e envolve a redução e controle da pressão intraocular, seja por meio de aplicação de colírios ou cirurgias. Para os indivíduos com ângulo aberto, os colírios são ideais, ao contrário do ângulo fechado, cujo tratamento principal é a cirurgia.


Hábitos saudáveis como alimentação e exercício físico são importantes para diminuir a chance de desenvolvimento da doença. Contudo, um diagnóstico precoce é essencial para a prevenção da cegueira. A consulta regular ao profissional de saúde é uma conduta ideal para evitar maiores danos.

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