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Fonoaudiologia

Segundo o Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), a profissão começou a ser idealizada na década de 1930, a partir da preocupação médica e educacional a respeito da profilaxia e correção de certos erros de linguagem apresentados por crianças em idades escolares.


A partir deste momento, até os anos 60 a fonoaudiologia era vista apenas como uma especialidade técnica e funcionando apenas com currículos mínimos. Porém, nos anos 70 se iniciaram os primeiros movimentos pelo reconhecimento dos cursos de nível superior e da profissão.


Foi por meio de toda essa evolução e luta que em 9 de dezembro de 1981, o então presidente João Figueiredo sancionou a Lei n° 6965, que regulamentava a profissão e criava os conselhos federais e regionais de fonoaudiologia. Desde então, a data ficou marcada como o “Dia do Fonoaudiólogo”, em homenagem e respeito a todos estes profissionais.


A mesma legislação, tem como definição de profissional: “é aquele que possui graduação plena no assunto, que atua em pesquisa, prevenção, avaliação e terapia fonoaudiológicas na área da comunicação oral e escrita, voz e audição, bem como em aperfeiçoamento dos padrões da fala e da voz.”


Devido à importância crucial da profissão, em todas as fases da vida, sua área de atuação é muito ampla, se especializando nas mais diversas especialidades, como: Audiologia, Linguagem, Motricidade Orofacial, Saúde Coletiva, Voz, Disfagia, Fonoaudiologia Educacional, Gerontologia, Fonoaudiologia do trabalho, Neuropsicologia, Perícia, Área Hospitalar, entre outras.


Além disso, seus serviços podem ser encontrados nos mais diversos lugares, além da rede pública (SUS), atuando também em ambulatórios, maternidades, consultórios, asilos, faculdades, empresas, redes de comunicação, escolas, creches e em empresas Home Care.

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