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COVID-19



Atualmente, o Brasil tem enfrentado muitos problemas decorrentes da pandemia de Coronavírus, um microrganismo que vem de uma grande família viral de mesmo nome e são conhecidos desde os anos 1960.


A COVID-19 é uma doença causada pelo novo Coronavírus (SARS-CoV-2) que apresenta um quadro clínico variante entre infecções assintomáticas e quadros respiratórios graves. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 80% dos casos podem ser assintomáticos, 20% podem precisar de atendimento hospitalar por dificuldade respiratória e 5% acabam necessitando de suporte ventilatório. Ainda de acordo com a OMS, a letalidade do vírus corresponde até 3% dos infectados


A maioria das pessoas se infectam com algum vírus desse tipo ao longo da vida, sendo as crianças pequenas as principais afetadas. Contudo, alguns tipos de Coronavírus podem causar síndromes respiratórias graves, como é o caso em questão. Estas infecções em geral apresentam o seguinte conjunto de sintomas: coriza, tosse, dor de garganta e febre, podendo assim ser facilmente confundidos com outras doenças menos graves, como gripe ou resfriado.


Nos casos mais recentes, os pacientes têm apresentado os mesmos sintomas, acrescidos de febre, falta de ar e pneumonia nos dois pulmões. Assim como a maioria dos sintomas está relacionada com as vias aéreas, também está a forma de contaminação do vírus, tosses e espirros são os principais disseminadores.


Apesar do tratamento ser apenas sintomático e de ainda não existir uma vacina, existem medidas profiláticas simples e extremamente eficazes. Tais ações incluem:


- Caso seja viável, realizar o isolamento social da maneira mais completa possível.

- Cobrir Nariz e boca com as mãos ou lenço ao tossir ou espirrar.

- Manter uma distância mínima de 2 metros de qualquer pessoa quando precisar sair para ir ao mercado ou farmácia.

- Higienizar com frequência celulares, relógios e outros objetos de uso diário

- Evitar aglomerações de qualquer tipo

- Evitar locais fechados e sem circulação de ar

- Utilizar máscaras de tecido, com revestimento duplo, de preferência em algodão, em todas as situações de precisar sair do isolamento

- Evitar contato próximo com pessoas doentes e com sintomas parecidos.

- Evitar tocar olhos nariz e boca com as mãos não higienizadas.

- Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, e quando isso não for possível utilizar um desinfetante à base de álcool.

- Manter um desinfetante sempre próximo e principalmente manter um consigo sempre que a saída do isolamento for necessária.


Apesar de todas as medidas preventivas apresentadas, a melhor e mais recomendada pela OMS e pelos maiores especialistas do mundo, ainda é o isolamento social. Mesmo que nem todos se encontrem na mesma realidade social e não possam realizá-lo de maneira integral, ainda é importante tentar na medida do possível.

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