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Câncer- Reflexo individual e familiar



A doença chamada câncer, tem inúmeras variações de acordo com seu tipo e localização. Entretanto, este conjunto de doenças tem em comum o crescimento desordenado e incomum de células, que acabam por se agrupar formando os chamados tumores. Esse crescimento desorganizado e agressivo pode atingir inúmeras partes do corpo, invadindo tecidos e órgãos, afetando seu funcionamento. Quando as células cancerígenas se espalham e atingem partes do corpo diferentes daquelas em que surgiram, o câncer entra em estado de metástase.

Existem inúmeras formas de tratamento para a doença, levando em consideração as diferentes formas que o câncer pode tomar. Os tratamentos mais comuns são:

- Cirurgia: é o tipo mais antigo de tratamento contra o câncer, e mais efetiva quando realizada no inicio da doença. Ela tem por objetivo a remoção de tumores, ou a coleta de biópsias, que servem para melhor diagnosticar a alteração celular.

- Quimioterapia: este tratamento utiliza uma combinação de medicamentos anticancerígenos que ataca as células tumorais. Entretanto, por serem remédios extremamente agressivos, afetam as células saudáveis do corpo também, deixando o paciente muito fragilizado em seu físico, e consequentemente, em seu psicológico.

- Radioterapia: consiste na utilização de radiação direcionada às áreas afetadas, a fim de inibir o crescimento das células tumorais. Apesar de ser direcionada, a radiação também penetra em tecido saudável, contudo, as células saudáveis do corpo conseguem se reparar, enquanto as cancerígenas não. Com isso, existem inúmeros efeitos colaterais parecidos com a quimioterapia, pelo mesmo motivo de células saudáveis também serem afetadas.

A partir do diagnóstico e durante o tratamento, a doença atinge não apenas o indivíduo, mas toda a família e pessoas próximas. A dificuldade de todos ao redor lidarem com a nova realidade está profundamente ligada a dificuldade de mensurar as modificações que ocorrerão no cotidiano. Principalmente porque as pessoas conhecem muito pouco sobre a doença em si, e não sabem como cuidar e amparar o ente querido.

Uma das coisas que mais ajudam nesse momento é procurar informações, um passo como esse alivia a sensação de perda de controle que o diagnóstico tende a causar. Outro passo importante é aceitar a doença e manter constantes conversas entre todos os envolvidos, sempre deixando muito claro o quão amparado e amado o doente é. Além disso, é imprescindível que o tratamento seja seguido de maneira contínua pelo tempo prescrito, sempre dando o máximo de conforto para o indivíduo.

Grupos de apoio e encontros religiosos tendem a ajudar muito todos os envolvidos, falar e ouvir, compartilhar histórias é um ato importante que nos ajuda a ter perspectiva sobre a vida, e sobre as relações que temos.

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